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segunda-feira, maio 16, 2011

Assasins Creed nas Telonas!!!!



Que tal ir ao cinema pra ver um filme de Assassin’s Creed?

Pois a Ubisoft resolveu mandar o Ezio, o Altair e os templários pra telona!

A empresa revelou que planeja produzir fitas em 3D de Assassin’s Creed e mais dois games: Splinter Cell e Ghost Recon.

“Nossa estratégia é reforçar o apelo de nossas franquias. Queremos ter certeza que os filmes possam refletir fielmente os jogos, consolidando a base de fãs enquanto expandimos nosso públicio”, disse o diretor Jean de Rivieres.

“Vamos ter o controle sobre o conteúdo dos filmes e estamos aberto para parcerias com grandes estúdios para desenvolver estes projetos, colaborando para a escalação do elenco, orçamento e roteiro”,completouJean Julien Baronnet, chefão da Ubisoft Motion Pictures.

A intenção inicial é que o roteiro de Assassin’s Creed esteja pronto ainda este ano.

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As 10 piores mortes do mundo



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10. OLHA A FACA!
2005, MISSAUKEE (ESTADOS UNIDOS)
Abrimos nosso ranking com a história de Christopher, um rapaz de 19 anos que sentiu falta de algumas garrafas de licor em seu bar. Suspeitando do vizinho, ele teve uma brilhante idéia de vingança: iria se esfaquear e acusar o cara! Começou o auto-esfaqueamento: na primeira facada, tudo bem; na segunda, a faca atingiu uma das artérias do coração, e Christopher foi beber licor em outra dimensão. Dias depois, a polícia inocentou o vizinho do roubo das garrafas – ele nem estava na região quando rolou o crime.
9. HOLANDÊS VOADOR
2004, BLERRICK (HOLANDA)
Um garoto de 19 anos queria provar aos amigos que conseguia correr na mesma velocidade do carro em que estavam viajando – os caras estavam bem devagar, a uns 32 km/h. O plano era saltar, correr ao lado do carro e voltar num pulo. Só que, na hora em que o infeliz tocou o solo, caiu e bateu com a cabeça no asfalto. Um pequeno passo para o homem, um salto direto ao Darwin Awards. Para comparar, o jamaicano Asafa Powell, recordista mundial dos 100 metros rasos, corre a prova a 36,8 km/h.
8. É PROIBIDO FUMAR
2006, YORKSHIRE (INGLATERRA)
Quando um médico diz que você não pode fazer determinada coisa é melhor obedecer, não? Philip Hoe, um aposentado de 60 anos, estava fazendo um tratamento de pele à base de parafina e não podia fumar. Bobagem, um cigarrinho não faz mal a ninguém, pensou o cara. Philip acendeu o troço e aliviou-se com a nicotina no organismo. Maaasss? O cara quis apagar a bituca do cigarro com o tênis – e tinha escorrido um pouco de parafina no pisante. Altamente inflamável, o produto transformou o inglês em uma tocha humana ao entrar em contato com a brasa.
7. UMA MENTE BRILHANTE
2003, SÃO PAULO (BRASIL)
Responsável pela limpeza de tanques de armazenamento de gasolina em caminhões, o brasileiro Manoel Coelho seguia o protocolo à risca: enchia os tanques de água para forçar a saída do vapor inflamável, um procedimento padrão que evita explosões. Naquele 29 de janeiro de 2003 ele precisou checar o nível da água em um dos tanques. Como estava muito escuro, ele acendeu um isqueiro para clarear a área. Hummm? Ele descobriu da pior maneira – voando 100 metros pelos ares – que ainda havia combustível no tanque.
6. VELOCIDADE MÁXIMA
1997, DAGBLAD (HOLANDA)
Quer coisa melhor do que sair um pouco do escritório e tirar a cabeça dos problemas? Uma empresa na Holanda ofereceu um dia de passeio em grupo. Sabe quando o motorista do ônibus fica pedindo para não colocar a cabeça para fora da janela? Dois funcionários resolveram sentir o vento nos cabelos, contrariando o sábio aviso. Infelizmente, havia um viaduto no meio do caminho. A cabeça deles não foi arrancada de forma completa, como em um desenho animado, mas ficou suficientemente ferida para provocar a morte imediata de ambos.
5. O PILOTO SURGIU!
1997, SOROCABA (BRASIL)
O carregador Marcelo Dias dos Santos provou na prática a dureza do ditado “na hora errada, no lugar errado”. Distraído pelo som de um cd player, o cara pedalava sua bike numa boa quando foi atropelado e morreu. O fato não seria assim tão bizarro, se não fosse o fato de o “veículo” ser um Sêneca, prefixo PT-RVA, ou seja, um avião bimotor, cujo piloto não viu o ciclista. Antes de culpar o aviador, não podemos deixar de mencionar que Marcelo estava pedalando pela pista do aeroporto da cidade…
4. MAR EM FÚRIA
1997, BUXTON (ESTADOS UNIDOS)
Buscando paz e sossego na praia de Outer Banks, na Carolina do Norte, o americano Daniel Jones resolveu cavar um buraco na areia e relaxar. Era um senhor buraco, de 2,5 metros de profundidade – o cara realmente queria privacidade! O problema é que a ressaca do mar não respeitou muito esse desejo: com a maré subindo, uma onda forte invadiu o buraco, levando uma mistura de água e areia para cima do pobre Daniel. Vários banhistas tentaram abrir o buraco usando pás de brinquedo, mas não adiantou. Daniel Jones foi declarado morto no mesmo dia.
3. FRANGAMENTE!
1995, VILA DE NAZLAT IMARA (EGITO)
Sabe aquele programa antigo do Sílvio Santos em que o participante tinha os ouvidos tapados por um fone enquanto o “patrão” perguntava coisas do tipo: “Você trocaria sua vida por um frango?”. Brincadeira, claro! Mas, no Egito, seis pessoas disseram “siiiiim” na vida real. Elas morreram afogadas em um poço, após mergulharem para tentar salvar uma galinha. Inicialmente saltou o dono do galináceo, que começou a se afogar. Depois um parente depois do outro, tentando salvar o cara. O problema é que nenhum deles sabia nadar. Ah, sim… A galinha… Ela sobreviveu!
2. POR ÁGUA ABAIXO
2004, WOLFSBERG (ÁUSTRIA)
Depois de uma noitada regada a bebidas e drogas, um jovem austríaco voltava para casa, uma pensãozinha humilde na periferia. A causa da morte é até hoje um grande mistério, mas o que o dono da pensão viu na manhã seguinte ninguém imaginaria: o jovem havia morrido afogado na pia da cozinha. Aparentemente, ele resolveu entrar pela janela, acabou ficando preso e, na tentativa de se soltar, abriu a torneira. O que ninguém sabe é por que ele não entrou pela porta, já que foi encontrado com as chaves no bolso.
1. MULA SEM CABEÇA
1995, VARSÓVIA (POLÔNIA)
A morte campeã do ranking foi causada pelo motivo que mais leva os homens a fazer idiotices: a tentativa de impressionar as mulheres. Foi o que rolou com um grupo de beberrões na Polônia. Para fazer uma graça com as gatas do bar, eles começaram uma competição para saber quem era o mais macho. Um dos participantes pegou pesado ao cortar um pedaço do pé com uma motosserra! Temos um campeão? “Não, veja isso”, gritou o fazendeiro Krystoff Aznisnki, antes de levar a motosserra em sua direção e cortar a própria cabeça com o equipamento. “Morreu como um homem”, disse um amigo. Será?

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quarta-feira, maio 11, 2011

OS 10 PIORES DISCOS DO ROCK NACIONAL DE TODOS OS TEMPOS



Acoustic Live, Paulo Ricardo (2005)
Paulo Ricardo é o PFL do rock nacional. Sempre indo com a onda, virando de casaca para faturar um qualquer. Não, não. Paulo Ricardo é o João Kleber do rock nacional. Quando se acha que o sujeito chegou ao fundo do poço, ele dá um jeito de se enlamear mais ainda. Se o ex-líder do RPM (ou atual? Ainda existe?) morresse no instante em que estas linhas são digitadas, ler-se-ia em seu obituário: "O homem que já foi o popstar mais famoso do Brasil deixa à posteridade um disco de covers-do-cover". Sim, pois em Acoustic Live a nova aspiração do moço é virar Emmerson Nogueira, atingindo o que no vernáculo shakespeariano poderia se chamar de *the lowest ebb ever*. Ele suga duas tendências mercadológicas (nunca artísticas) que já deram o que tinham de dar: a moda dos unpluggeds e a mania de covers de sucessos gringos em versões semi-musak. Para escolher seu repertório, PR deve ter passado umas horas escutando rádios FMs de consultório dentário, saindo-se com uma renca de ecléticas obviedades. Tem rock! Tem r'n'b! Tem baladas! Tem...reggae?! Tem… Jack Johnson?!?!? Tem... James Taylor?!?!??!?!?!? Tem Corcovado, de Tom Jobim, com letra em inglês, a qual o Paulo Ricardo só deve ter ouvido na abertura daquela novela da Globo. Agora, indispensável mesmo é o DVD, que se encerra com PR, suado, peito cabeludo arfante qual um Fábio Jr., sambando (sentado!) ao cantar Kiss, do Prince. Seu defeito, Paulo Ricardo, é não saber parar.
Admirável Chip Novo, Pitty (2003)
No meio do caminho entre a troglodice de Chorão e a alma sensível de Marcelo Camelo, há Pitty. A baiana é o mínimo denominador do rock brasileiro nos anos 2000, e isso não é um elogio. Montada em uma filosofia (sic) que reempacota todos os clichês possíveis de "atitude" rrrrrrroquenrrrrrrrrrrollllll - e uma suspeitíssima amizade com a mídia - Pitty tornou-se, para o mal e para o mal, a cara pública do rock nacional. E seu credo, seu Novo Testamento é Admirável Chip Novo. "Admirável" mesmo é como a jovem diz ser influenciada por Aldous Huxley (e escreve letras crivadas de lugares-comuns) e bandas como Mars Volta e Muse (mas faz o mais genérico dos rocks pseudo-pesados). O som entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas junto às letras e ao papo furado que ela deita nas entrevistas, tudo forma um conjunto constrangedor e até nocivo para a molecada. "Veja tudo como se não houvesse amanhã". "O homem é o lobo do homem". "Não deixe nada pra depois". "Quem não tem teto de vidro atire a primeira pedra". "Eu possuo muitas coisas e nada disso me possui". "O importante é ser você". Um tosco Lair Ribeiro para adolescentes revoltados, embalado nas doces facilidades do jabá e da MTV. Seu rock estéril e sua rebeldia sem objetivo só se "justificam", perversamente, pela total convicção com que vêm ao mundo. O mais grave é que ela realmente acredita naquilo que canta. Em resumo: "Rebellion (Lies)".

Os Invisíveis, Ultraje a Rigor (2002)
Maior desperdício de talento já registrado em acetato, e não é de Roger que estamos falando. Um dos melhores bateras dessa terra e um baixista carismático e de carreira considerável jogados numa tentativa de surf music clichê alternada com gracejos "irreverentes". Para resumir: há uma faixa boa, Miss Simpatia, mas essa foi assinada por Gabriel Thomaz - que por sinal começou a escrever muita bobagem depois. Seria a falta de criatividade de Roger contagiosa? O resto inclui aulas de como se fazer um não-ska (I'm Sorry), pop de retardado (Me Dá um Olá, que nem na trilha de Malhação emplacou) e pastiche da paródia de subcópia (Todo Mundo Gosta de Mim). Bacalhau (bateria) e Mingau (baixo) devem ser muito camaradas do Roger, pois nem a necessidade de pagar as contas justificaria eles se meterem numa embrulhada como essa, que acusa logo na primeira canção: "esse disco está uma merda / desculpe, mas tenho que sobreviver". Pelo menos, é uma obra sincera.

80, Biquíni Cavadão (2001)
Primeiro foi Paulo Ricardo, com o mediano Rock Popular Brasileiro em 1996. Depois tivemos, quase que simultaneamente, os ótimos Isso é Amor, do Ira!, O Barulho dos Inocentes, do Inocentes, e o fraquinho As 10 Mais, do Titãs, que ganhou destaque nas listas pessoais de piores do rock nacional. Porém, foi nessa onda de discos de covers que o Biquíni Cavadão resolveu enfiar as mãos nos anos 80 e sair de lá com 13 versões. O resultado é frustrante. O Biquíni pouco acerta em 80, cujo capa poderia até sugerir que eles são tão bons moços que ousam ultrapassar o limite de velocidade. Ao todo, a banda consegue descaracterizar boas canções como Toda Forma de Poder, dos Engenheiros do Hawaii, Juvenília, do RPM e Camila, Camila, do Nenhum de Nós. Chegam a incomodar em Quem Me Olha Só (um bluezaço deArnaldo Antunes e Frejat na versão original do Barão Vermelho) e Hoje do Camisa de Vênus. E nem mesmo a participação da Penélope Érika Martins salva a regravação da boa Educação Sentimental II, do Kid Abelha (aquela que no original "empresta" toda introdução de baixo de London Calling dos ingleses do Clash). Seja mantendo os arranjos originais, seja tentando novos arranjos, o resultado fica aquém do esperado. Das 13 faixas, apenas Armadilha, dos candangos da Finis Africae, convence. E não precisavam ter regravado Me Chama (até João Gilberto gravou). O ponto mais baixo acontece quando a banda decide jogar a voz de Renato Russo a frente na regravação de Múmias (do próprio Biquíni), tornando o resultado leviano. Não bastasse o artifício, o rap piegas de Suave, do grupo Jigaboo, no meio da canção, ainda diz: "Aproveitando nossa liberdade de expressão, Renato Russo, Suave e o Biquíni Cavadão". Pára tudo, pára tudo, pára tudo.

Puro Êxtase, Barão Vermelho (1997)
Barão Vermelho e modernidade nunca se deram bem. E isso não é algo totalmente reprovável, uma vez que a banda de Frejat e companhia sempre admitiu e chamou pra si um ar retrô intencional, calcando seu som na repetição de clichês melódicos do rock tradicional stoniano ou de qualquer outra banda dos 70's. Portanto foi um pequeno rebuliço quando anunciaram que gravariam um disco com influências de música eletrônica, o tal techno, que, de estilo musical dos 90, serviu para muita gente decadente ou sem criatividade se revestir de "muderno". Era simples, não precisava ser bom ou tocar qualquer coisa. O Barão chamou o DJ Memê, que dera um upgrade em Lulu Santos três anos antes. O resultado é caótico, pois o disco evidentemente não é techno. Apenas mais um disco do Barão Vermelho, só que sem as guitarras de Frejat e Fernando Magalhães, substituidas em sua maioria, por blips e toins sem sentido. O mais irritante do disco é justamente esse meio do caminho estético. Ele não cumpre o que promete - mudar a cara das músicas da banda - e não admite que deveria ter ficado no velho som de sempre. O mais estranho disso tudo é que o disco gerou dois grandes hits para a banda, talvez seus últimos, Puro Êxtase e a balada Por Você. Claro que a banda deixou de lado o formato deste disco e passou a executar as músicas em versões condizentes com sua velha fórmula, sem que o público notasse grandes diferenças. Enfim, Puro Êxtase, o disco, é um trabalho daqueles que toda banda se arrepende de ter feito e prefere desconversar sobre suas consequências. A maior delas, a idéia de Frejat gravar um disco solo e uma crise criativa que inseriu o Barão na desconfortável situação de banda que vive de passado. Não que não fosse já assim antes.

Equilíbrio Distante, Renato Russo (1995)
Em 1995, Renato Russo, tentando manter longe o baixo astral da AIDS, resolveu ir atrás das origens do seu lado Manfredini, e gravar um disco só com músicas italianas - um ano antes lançara The Stonewall Celebration Concert, em inglês, um tanto irregular, mas com algumas coisas boas. Para isso, foi até a Itália pesquisar composições para gravar. Voltou com um repertório pronto; só que de músicas românticas... como se um gringo resolvesse gravar música brasileira e escolhesse coisas de José Augusto e Fábio Jr. Os carros-chefes de Equilíbrio Distante, por exemplo, eram dois hits da breguíssima Laura Pausini (em voga por aqui na época): Strani Amori e La Solitudine. Todas as músicas do disco seguem a constrangedora linha "diabéticos, mantenham distância". Há também uma versão - em italiano - esquecível de Como Uma Onda, de Lulu Santos. Como não bastasse a pieguice das músicas, Equilíbrio Distante peca ainda pela presença do abjeto tecladista Carlos Trilha, arranjador medíocre, fã de sons "atmosféricos" e, pior, das cordas tocadas no teclado. Se for para colocar cordas, que seja com músicos de verdade, ora. Para nossa sorte, Renato recuperou a moral no ano seguinte, com o belíssimo A Tempestade ou o Livro dos Dias (e morreu pouco depois). Porém, Laura Pausini não pode, Laura Pausini não dá, mio amico.

Música Calma Para Pessoas Nervosas - Ira! (1993)
No ano de 93, o Ira! entrou numa espiral de brigas internas e fracasso contínuo, onde uma coisa levava a outra, e assim continuamente. Com os quatro integrantes de saco cheio e loucos para acabar com tudo, a banda lançou esse lastimável disco para cumprir um contrato, comprovando que o fim da burocracia é sempre o mesmo: merda. Sendo fã da banda e estando cheio de boa vontade, dá para livrar a cara da sub-Kinks Campos, Praias e Paixões. Com muita magnanimidade, dá para dizer que She Smiled Sweetly (cover dos Stones) é passável e que o riff de Arrastão não faria feio num disco do Golpe de Estado. Ou seja, isso é o mais do elogio que o disco permite. Guitarras no piloto automático, execuções frouxas, letras constrangedoras e coisas francamente patéticas como Fado De Minh'Alma e a versão musicada de um velho texto de Raul Seixas, Pai Nosso da Terra. Nem o encarte colaborou: não bastando a capa horrível, ainda trazia a inolvidável grafia "nenhuma vida descança (sic!) em paz/ O homem é esperto mas a morte é mais". Título da última faixa: U.T.I., provavelmente o único lugar onde encontrar alguém que ouça esse disco.

Titanomaquia, Titãs (1993)
A incursão dos Titãs pelo rock pesado, ensaiada em Tudo Ao Mesmo Tempo Agora (1991), ganhou tons definitivos quando a banda convidou Jack Endino, produtor de Bleach (Nirvana e sua herança nefasta...) para trabalhar em Titanomaquia (1993). Até hoje não deu para entender se o disco é uma piada proposital ou uma obra à frente do seu tempo. O que dizer de pérolas como Felizes São os Peixes (cuja letra consiste em "tanto faz/é igual/felizes são os peixes"), Nem Sempre Se Pode Ser Deus ("nem sempre se pode ser Deus/por isso que estou gritando"), e o hit Será Que é Isso Que eu Necessito ("Não sei o que você quer/nem do que você gosta/não sei qual é o problema/qual é o problema seu bosta")? Na parte musical, arremedos de Sepultura circa Beneath The Remains (Estados Alterados da Mente), um Soundgarden hardcore (Agonizando) e Alice In Chains (A Verdadeira Mary Poppins, com os auto-explicativos versos "eu sei que estou fedendo/eu sei que estou apodrecendo"). Só se salva a boa Hereditário - única cantada por Nando Reis, redimindo-se do "amor, eu quero te ver cagar" de Tudo Ao Mesmo Tempo Agora. Aliás, justiça seja feita: a produção de Jack Endino é excelente. Poucas vezes guitarras soaram tão potentes em um álbum nacional. Só que uma produção sozinha não salva um disco. O próprio Endino devia saber disso, já que - reza a lenda - ao ser convidado para produzir o disco seguinte da banda, Domingo, Jack respondeu que aceitaria. Desde que eles parassem com esse negócio de fazer rock pesado. A capa original é essa em destaque, embora na época o disco tenha sido vendido embalado em um saco plástico preto... de lixo.

Big Bang, Paralamas Do Sucesso (1989)
Este é o pior disco já feito pelos Paralamas, apesar de contar com duas boas músicas, Pólvora e Perplexo. E é seu pior disco por um motivo muito simples. Ele encerra um ciclo, inaugurado em Selvagem?, de 1986. Ali os PDS conseguiram uma alquimia poderosa entre o som enguitarrado, letras relevantes e uma pitada de Brasil Grande, aquela coisa de misturar o "que é nosso" com o "que vem de fora". Depois de um pequeno intervalo para tocar no Festival de Montreux de 1987 e gravar outro disco na mesma trilha tropical de Selvagem?, Bora Bora, de 1988, a fórmula esgotou. E foi Big Bang que levou a pior nessa seqüência. Ainda há ecos de axé music pelo disco, fruto da época em que coisas como a Lambada estavam na ordem do dia. Portanto, temos uma cover de Jubiabá, de Gerônimo, um dos expoentes da axé music inicial (se é que se pode falar isso). As próprias composições da banda caem num poço sem fim, exemplo de Nebolosa do Amor, Esqueça O Que Disseram Sobre O Amor e da insuportável Lanterna Dos Afogados, que se tornou o maior hit do disco. Todas com muitos metais caribenhos, como se você estivesse numa celebração torta de musica caliente e sem alma. Depois desse trabalho a banda se perderia mais ainda em Os Grãos (1991), disco em que abraçou a MPB dos anos 70, mas que serviu para zerar o caminho até então, abrindo as portas para uma bela retomada em Severino (1994). Este Big Bang, infelizmente, não passou de uma pequena bombinha de São João. Fraco, pouco inspirado, desorientado e vitimado por péssimas influências.

Você Não Precisa Entender, Capital Inicial (1988)
Após uma estréia cheia de hits clássicos (Música Urbana, Psicopata, Fátima) e um segundo álbum feito às pressas, mas que ainda rendeu um indiscutível sucesso (a excelente Independência), o Capital chegou ao terceiro disco completamente perdido. Afundados em drogas, a banda deixou o controle do álbum para Bozo Barreti, que havia produzido a estréia e sido incorporado à banda em Independência (1987). Com as mãos no volante, o tecladista enfia o álbum no primeiro poste que vê. Nem Marcelo Sussekind, que assina a produção, consegue salvar o Capital Inicial do fiasco. Você Não Precisa Entender é o pior disco do grupo, quiça, um dos piores do rock brasileiro. Esbanjando arranjos tecnofunk, o álbum só tem uns vinte segundos interessantes, em A Portas Fechadas quando, sob uma cama de teclados, Dinho canta: "Meu último desejo / Seu beijo / Seu beijo / Meu último desejo / À luz da lua / Testemunha de um amor / Que com o vento flutua / Sopra-nos a brisa / Lua nua". De resto, uma baladinha normal (Fogo), um funk de branco azedo com lema punk (Pedra na Mão) e muitas bobagens (Blecaute, Movimento, Limite). Não bastasse estragar o repertório original, a banda joga no lixo uma das melhores letras de Renato Russo: Ficção Científica permite que Russo viaje em citações malucas: "Hoje à noite / Flash Gordon / Vai tentar ser / Barbarella / Para ver se aprisiona / O Albert Einstein". No final, um perfeito retrato a lá Star Wars: "Revolução!! / em selvas tropicais / Raio laser mata índios / Descoberta o novo mundo envelheceu". É, não deu para entender mesmo.

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Ensine seu papagaio a falar...


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O papagaio (também conhecido como louro) é uma das muitas aves pertencentes à ordem dos Psitaciformes, família Psittacidae; vivem cerca de 100 anos e regra geral, acasalam para a vida. Os papagaios têm como característica um bico curvo e penas de várias cores, variando muito entre as diferentes espécies. Alguns papagaios são capazes de imitar sons e, inclusive, a fala humana. A família Psittacidae inclui também as araras, piriquitos, maracanãs, jandaias, piriquitões e apuins.
Quer ensinar seu papagaio a falar? Aí vão 7 dicas pra você.
Donos de papagaios são capazes de ter uma relação única com seus bichos de estimação devido à capacidade de um papagaio de se comunicar. É uma relação de confiança e dedicação para praticar, mas esses passos simples vão ajudar em sua jornada para um bate-papo!
1. Encontre a pessoa mais comunicativa na casa (provavelmente não o seu marido). Mas é verdade, papagaios aprendem a falar melhor quando são treinados por uma pessoa que tenha tempo para desenvolver uma relação de confiança com eles.
2. Banhe-os em conversa. Coloque seu papagaio em uma área da casa onde várias pessoas se reúnem e ocorrem várias conversas. Deixe seu papagaio entrar no bate-papo de adapte-o a seus novos ambientes antes de começar a treiná-lo oficialmente.
3. Remova qualquer fonte de distração quando começar a treinar a sério. Peça que outros membros da família e animais deixem a sala quando começar as lições.
4. Escolha uma hora do dia que permaneça constante. Papagaios são geralmente mais conversativos durante a manhã e a noite, essas são as melhores horas do dia para o seu “bate-papo”.
5. Gaste  entre 15-20 minutos repetindo uma palavra de uma ou duas sílabas, relacionando-as a um objeto ou a uma ação específica. Por exemplo, você pode dizer ‘olá’ e acenar, ou dizer amendoim e mostrá-lo (ou alimentá-lo) a cada vez que disser.
6. Não seja mesquinho com recompensas. Quando seu papagaio te imitar, esteja pronto para recompensá-lo com um petisco que ele goste. Papagaios (assim como a maioria de nós) são motivados por comida e farão uma associação mais rapidamente.
7. Repita essa prática frequentemente e regularmente!
Se você achar que não tem tempo para aprimorar o vocabulário de seu papagaio praticando essa rotina diariamente, você pode recorrer a uma mensagem gravada  em fita. Só tenha em mente que não será tão significativo, pois seu papagaio não fará a conexão com a ação ou objeto que está sendo falado. Ele pode também ficar entediado com o gravador, afinal isso não é um substituto adequado para um humano!
Fonte: Wikipédia / Como Fazer Tudo

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segunda-feira, maio 09, 2011

Os 10 melhores filmes de 2010





Como de costume, as listas de melhores são inevitáveis ao passar de cada ano.
A regra para esta lista é que considero os filmes que foram lançados nos cinemas no ano 2010, havendo portanto filmes de anos anteriores, que só chegaram às telas grandes por aqui no ano passado.
Listas de melhores são muito voláteis, o que penso hoje não necessariamente é minha opinião amanhã, mas aqui vai meu exercício dos que considero os MEUS 10 melhores filmes de 2010. Aproveitem para acrescentar os seus nos comentários.


1.  A Origem (um filme original, empolgante, divertido, bem ao estilo Christopher Nolan. causou tanta expectativa que muitos se decepcionaram, mas não adianta buscar o sentido da vida em todo filme, este aqui é apenas diversão, e de primeiríssima qualidade. o melhor roteiro e o melhor filme de 2010)


2.  Vincere (para os que buscavam o sentido da vida, este é o filme. a história pouco conhecida da amante de Mussolini, que é apagada da história, com o filho deles, quando o Duce chega ao poder. genial, com muitos paralelos com nossos políticos e moluscos atuais)


3.  A Ilha do Medo (quando Scorsese não faz o melhor filme, ainda assim faz mais obra de arte. ótima atuação de DiCaprio, roteiro brilhante, trilha, foto, direção de arte, tudo perfeito. são raros os filmes como este, onde a mente humana é tão bem explorada)


4.  A Rede Social (este filme é o melhor retrato desta geração. quase uma aula de história para o futuro. David Fincher consegue tornar empolgantes os fatos da vida corporativa e mostrar como os nerds viraram os heróis de nosso tempo) 


5.  Guerra ao Terror (o filme é de 2008, ganhou o Oscar de 2009 e só chegou aos nossos cinemas em 2010. o melhor filme até aqui sobre a guerra do Iraque, mas é mais um estudo sobre as motivações e traumas de soldados expostos ao limite. belo filme)


6.  Direito de Amar (um estilista fazendo cinema? Tom Ford sempre foi muito mais que um mero "costureiro" e mostra muito do que sabe neste filme, colocando claramente sua visão artística do mundo e suas próprias experiências na tela. um raro filme de autor. lindíssimo)


7.  Mother, a Busca Pela Verdade (o cinema sul-coreano mostra novamente sua força, na comovente história de uma mãe, tentando proteger seu filho deficiente da acusação de assassinato. o ótimo Joon-ho Bong fez seu melhor filme. vale uma olhada)


8.  A Fita Branca (o talentoso Michael Haneke traça paralelos sobre as origens do nazismo a partir de uma pequena comunidade do interior da Alemanha. visualmente brilhante e com um roteiro que prende do começo ao fim. excelente)


9.  Mary e Max (animação australiana stop-motion sobre duas pessoas completamente diferentes, que tornam-se amigos por correspondência. uma garotinha de 8 anos de Melbourne e um judeu quarentão e obeso de Nova York. original e comovente) 


10.  Os Homens que Não Amavam as Mulheres (quem diria que ainda é possível fazer um filme de serial-killer original? o olhar e a paisagem suecos fazem toda diferença neste roteiro bem tramado, que nos dá o prazer de descobrir juntos as peças do quebra-cabeças. David Fincher já está preparando a versão americana para eles que não sabem ler legendas)


Menções Honrosas: 'O Segredo de Seus Olhos', 'Abutres', 'Tetro', 'Ervas Daninhas', 'Toy Story 3', 'Coco Chanel e Igor Stravinsky', 'O Profeta', 'O Escritor Fantasma', 'Dois Irmãos' e 'Educação'.

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sábado, maio 07, 2011

Curiosidades sobre Senhor dos Aneis






É a primeira vez que três longa metragens são filmados ao mesmo tempo, todos na Nova Zelândia.
Ian Holm que faz o papel de Bilbo Bolseiro, foi a voz de Frodo Bolseiro na adaptação para o rádio da BBC de Londres do Senhor dos Anéis nos anos 70.
O exército da Nova Zelândia iria trabalhar como extras em uma gigantesca batalha, mas não puderam participar pois foram necessários como força de paz no Timor Leste.
Quando o primeiro trailer foi veinculado na internet em 7 de abril de 2000 houve 1.600.000 downloads em 24 horas.
Um novo programa de computador chamado MASSIVE foi especialmente criado para fazer as grandes cenas de batalhas entre exércitos de orcs, elfos e humanos. Estas incríveis versões digitais podiam guerrear com estilos diferentes para cada raça e identificar inimigos dos alíados graças há um campo de visão individual. A qualquer momento a equipe de efeitos especiais comandada pelo diretor Peter Jackson podia clicar em qualquer uma das 20.0000 criaturas mostradas em uma tela e ver através de sua perspectiva.
A maioria das cenas onde os Hobbits são mostrados pequenos quando comparados as outras raças foi conseguido não com caríssimos efeitos digitais e sim pelo antigo truque de se filmar com perspectiva forçada.
Viggo Mortensen , o ator que faz o papel de Aragorn, perdeu um dente em uma das cenas de batalha. Foi ao dentista no seu horário de almoço, fez um curativo, e voltou a filmar a tarde.
O diretor Peter Jackson faz uma ponta como um dos clientes do Pônei Saltitante em Bri.


Os números de O Senhor dos Anéis
100.000.000 Pessoas no mundo inteiro já leram a trilogia desde sua publicação em 1954.
12.500.000 Anéis foram linkados para criar as cotas de malha feitas pela WETA workshop (a empresa de efeitos especiais do diretor Peter Jackson).
Mais de 3.000.000 rolos de filme foram usados durante a produção.
250.000 metros de seda aplicada a mão para uma árvore em Hobbiton.
90.000 Fotografias tiradas no set de filmagem.
48.000 Itens como espadas, lanças, machados e escudos feitos pela WETA Workshop.
20.602 Figurantes.
15.000 Trajes criados pelo Departamento de Roupas.
7.000 Anos atrás seria a época em que teria existido a Terra-Média.
5.000 Metros cúbicos de plantas e flores plantadas em Hobbiton um ano antes das filmagens começarem.
2.400 integrantes da equipe de produção.
1600 Pés protéticos de Hobbits foram usados durante a produção no elenco principal dos Hobbits.
1460 Número de ovos servidos no café da manhã.
900 peças de armaduras feitas à mão pela WETA Workshop.
800 Era a maioria dos almoços servidos no set.
Mais de 550 Horas de filmagens dos bastidores.
Mais de 400 Páginas de roteiro feitas para a trilogia.
350 cenários criados para a filmagem.
300 Asas nodosas criadas especialmente para a trilogia.
274 Dias para as fotografias principais.
250 Cavalos usados em uma cena.
200 Máscaras individuais de Orcs esculpidas pela WETA Workshop.
180 Artistas que cuidam dos efeitos computadorizados pela WETA Digital.
150 Trajes em média para cada civilização da Terra-Média.
114 Regras de linguagem.
Mais de 100 Locações.
100 armas forjadas e incrustadas a mão pela WETA Workshop.
95% da equipe são cidadãos ou nativos da Nova Zelândia.
70 Cavalos treinados especialmente para o filme.
68 Cenários miniaturas construidos de Orthanc Tower até Lothlorien.
60 Libras por pé quadrado era a resistência do cenário para a segurança do elenco e da produção.
42 Alfaiates, desenhistas, sapateiros, costureiros e joalheiros no Departamento de Roupas.
40 Linguagens diferentes para o qual foi traduzida a trilogia.
30 Atores treinados em dois dialetos fictícios (Quënia e Síndarin, a língua dos elfos)
13 Meses é a quantia de tempo da jornada da Sociedade na trilogia.
9 Pessoas do elenco da Sociedade do Anel tatuaram o número 9 em élfico. O design da tatuagem foi feito pelos artistas da produção do filme.
8 Acres de terra em Matamata, Nova Zelândia foi transformada no cenário do Condado
7 Anos de desenvolvimento de O Senhor dos Anéis pelo diretor/escritor/produtor Peter Jackson
5 Unidades de filmagem. Uma unidade primária, duas secundárias, uma unidade de chromekey (fundo azul) e uma unidade responsável pelas miniaturas.
4 Hobbits pularam de 'Bungy Jumped' na Nova Zelândia.
3 Filmes feitos simultâneamentes - Pela primeira vez na história do cinema.
2 Anos de pré-produção e 2 anos de produção.
1 Milha é o comprimento de todos veículos usados pela produção se fossem enfileirados sem nenhum espaço entre os para-choques.

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